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Artista Autodidata & Independente

Autodidact & Independent Artist

 Rio de Janeiro

Shows & Tours in

Brasil

Germany

Italy

Bulgaria

Croatia

Rumania

Austria

MUSIC AWARD 2005 

Best new Samba

'Quebrou o meu anel de rubi'

 

Confraria Oficial dos Compositores

do Rio de Janeiro

EXHIBITIONS

among others

 

Brasil

Miscelânea Atibaia Sao Paulo

Circo Voador Rio de Janeiro

Installação na Lapa Rio de Janeiro

Centro Cultural Rio de Janeiro

Cine Santa  Rio de  Janeiro

Espaco Cultural Minas Gerais

Espaço Cultural Queimados

Artist in Residence

Villa Walberta München - Feldafing

Alemanha - Germany

 

2006 & 2012

Germany

Feiras Internacionais de Arte

ARTMUC Munich

INCART Hamburg

Museu da Etnologia Munich

Horizonte Festival Koblenz

Munich Off Contemporary Art

Tollwood Festival Munich

​​

Europe

Goatmilk Festival Bela Reshka Bulgaria

Art Point Zagreb Croatia

Art Galerie Salzburg Austria

 

VALMON,

 

cantor, compositor e artista visual, nasceu 1967 no Rio de Janeiro, sua cidade preferida que declara ser fonte de inspiração para sua vida e arte.

Ainda criança despertou sua vocação para as artes quando brincando com terra descobriu a tabatinga no fundo do quintal de sua casa na favela da Coréia em Senador Camará. Encantado com aquela massa e sua cor, materializou com suas mãos seu ancestral, sonhos, pensamentos e visões, ouvindo a voz de sua mãe no vinil que tocava na Rádio vitrola com Jackson do Pandeiro, Marlene, Elizete Cardoso, Paulo Bob, Coronel Narcizinho, Luiz Gonzaga e outros grandes nomes da música Brasileira.

Sua família sempre foi musical, sua mãe foi cantora da Rádio Mayrink Veiga, Rádio Nacional e Tupi, por isso uma das brincadeiras preferidas de Valmon com os dez irmãos era o show de calouros.

Aos doze anos de idade teve seu pai assassinado no trabalho, dentro da fábrica da Wella na Cidade de Deus, Rio de Janeiro. À partir desse trágico acontecimente, Valmon começou por conta própria e concentimento de sua mãe suas andanças para longe de casa indo morar no Bairro Jabour com uma família, em seguida com parentes em Queimados na Baixada Fluminense.

 

Estudava e fazia vários tipos de trabalhos: vendia picolé nos trens, nas praias, bolas de gás nas ruas de Bangu, foi ajudante de serralheiro, ajudante de pedreiro, borracheiro, frentista, se profissionalizou em chaveiro sonhando em ser piloto de avião. Aos dezesseis anos de idade por intermedio de um tio foi ser voluntário da Marinha do Brasil na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, onde realizou seu sonho de voar pela primeira vez. Permaneceu dois anos apenas por não se adaptar ao regime Militar.

Na decada de 80 o Valmon iniciou a carreira artística tocando com banda em cima de um caminhão na Baixada Fluminense e nessa época também fez a primeira exposição de suas esculturas.

Influenciado por sua mãe, pela natureza, pela beleza da diversidade da Música Popular Brasileira e bandas de Rock que faziam sucesso na sua adolescência quando começou a criar seu próprio estilo e identidade. Seu universo musical criativo é um crossolver mágico, misterioso, eclético composto pelo Jazz psicodélico, Rock acústico, samba, balada, guitarras, percussão, uma pitada de Xaxado, Baião ou simplesmente violões e voz.

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As músicas e artes visuais do Valmon caminham juntos traduzindo a vida, a realidade crua do cotidiano, ao mesmo tempo em que o imaginário redesenhado pelo sonho compõe uma nova obra. Sua imaginação ignora as dificuldades da vida, confrontando aspectos políticos e sociais, espiritualidade, amor, humor e sexualidade de forma criativa e bem humorada. Seu realismo figurativo surpeendentemente expessivo é finamente elaborado com muitos detalhes cuidadosamente trabalhados, permitindo que a obra ganhe vida própria, alma, brilho, luz, tornando-se livre e independente assim que é apresentada ao mundo pelas mãos do artista.

 

Em 1998 foi convidado a se apresentar na Alemanha, iniciando assim sua carreira internacional. Gravou em Munique seu primeiro CD Lua, fazendo shows pela Europa em conhecidos Festivais de música e arte, clubes de Jazz, teatros, radios e participando de filmes no TV.

 

As viagens internacionais fazem parte de sua agenda desde então, proporcionando encontros especiais com pessoas de diferentes culturas, artistas internacionais e Brasileiros ao longo do caminho, como foi com Daúde em Munique, Chico César em Berlim e Gilberto Gil em Mainz. O mesmo, enquanto Ministro da Cultura visitou a exposição Macunaíma Visita a Bavária em que Valmon participava com suas esculturas no Museu de Etnologia de Munique.

 

Quatro CDs autorais gravados, participação de sua mãe Djvonete Silva e da atriz e cantora Zezé Motta e músicos da Alemanha e do Brasil.

 

Música premiada em 2005 pela Confraria Oficial dos Compositores do Rio de Janeiro, desde 2015 a obra musical do Valmon pode ser vista no oficial Dicionário Cravo Albin do MPB -  Música Popular Brasileira.

 

Cantando uma poesia nova aos nossos ouvidos, reciclando um material já descartado para criar um novo ser de arte, Valmon segue fazendo sua arte com paixão, da maneira que mais gosta de ser e estar:

 

Livre Leve e Solto!

               

VALMON,

 

singer, composer, and visual artist, was born in 1967 in Rio de Janeiro, his favorite city, which he declares to be a source of inspiration for his life and art. As a child, he discovered his vocation for the arts when, playing with earth, he discovered clay in the backyard of his house in the Coréia favela in Senador Camará.

 

Enchanted by that mass and its color, he materialized with his hands his ancestors, dreams, thoughts, and visions, listening to his mother's voice on the vinyl record playing on the radio-phonograph with Jackson do Pandeiro, Marlene, Elizete Cardoso, Paulo Bob, Coronel Narcizinho, Luiz Gonzaga, and other great names in Brazilian music.

His family was always musical; his mother was a singer on Rádio Mayrink Veiga, Rádio Nacional, and Tupi, so one of Valmon's favorite games with his ten siblings was talent shows.

At the age of twelve, his father was murdered at work, inside the Wella factory in Cidade de Deus, Rio de Janeiro. Following this tragic event, Valmon, on his own initiative and with his mother's consent, began wandering away from home, going to live and work in the Jabour neighborhood with a family, and later with relatives in Queimados in the Baixada Fluminense.

He studied and worked on various jobs: he sold popsicles on trains and beaches, balloons on the streets of Bangu, worked as a locksmith's assistant, a bricklayer's assistant, a tire repairman, a gas station attendant, and became a professional locksmith, dreaming of becoming a pilot.

 

At sixteen, through an uncle, he volunteered for the Brazilian Navy at the São Pedro da Aldeia Naval Air Base, where he fulfilled his dream of flying a helicopter for the first time. He stayed only two years though because he couldn't adapt to the military regime.

 

In the 1980s, Valmon began his artistic career playing with a band on top of a truck in the Baixada Fluminense region, and during this time he also held his first exhibition of sculptures.

 

Influenced by his mother, nature, the beauty and diversity of Brazilian Popular Music, and the rock bands that were successful during his adolescence, he began to create his own style and identity.

 

His musical universe is a magical, mysterious, eclectic crossover composed of psychedelic jazz, acoustic rock, samba, ballads, guitars, percussion, a touch of xaxado, baião, or simply acoustic guitars and vocals.

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Valmon's music and visual art always walk hand in hand, translating life, the raw reality of everyday life, while the imagination, redesigned by dreams, composes a new work.

 

His imagination ignores life's difficulties, confronting political and social aspects, spirituality, love, humor, and sexuality in a poetic and humorous way. His expressive figurative realism is finely crafted with many carefully worked details, allowing the work to gain a life of its own, a soul, brilliance, light, becoming free and independent as soon as it is presented to the world by the artist's hands.

 

In 1998 he was invited to perform  and show his visual art in Germany, thus beginning his international career. He recorded his first CD, Lua, in Munich, performing shows throughout Europe at well-known music and art festivals, jazz clubs, theaters, radio stations, and participating in films and television.

 

International journeys has been a part of his agenda ever since, providing special encounters with people from different cultures, international and Brazilian artists along the way, such as with Daúde in Munich, Chico César in Berlin, and Gilberto Gil in Mainz.

Similarly, while Minister of Culture, Gilbert Gil visited the Macunaíma Visits Bavaria exhibition, in which Valmon exposed  his sculptures at the Museum of Ethnology in Munich.

 

Valmon has recorded four CDs, featuring his mother Djvonete Silva, the actress and singer Zezé Motta, and various musicians from Germany and Brazil.

 

His music quebrou meu anel de rubi was awarded as best new Samba in 2005 by the Official Composers' Confraternity of Rio de Janeiro. Since 2015, Valmon's musical work has been included in the official Cravo Albin Dictionary of MPB - Brazilian Popular Music.

 

He was two times invited by the Secretary of Culture of Munich as Visual Artist in Residence at Villa Waldberta in Feldafing /Munich.

 

Singing new poetry to our ears, recycling discarded material to create a new work of art, Valmon continues to make his art with passion, in the way he most enjoys being and existing:

 

Free, Light, and Loose!

               

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